PASSOS PARA A HARMONIA MENTAL

      
Tem sido afirmado que a futura Mente humana será ESTÁVEL. O que quer isto dizer?

Dentro de um Programa que reúne as Energias de MIZ TLI TLAN e de MIRNA JAD, a Irradiação de LYS trabalha a mente humana, levando-a a integrar a Emoção na Intuição

A mente G.N.A. intercepciona-se com a Intuição e SUBLIMA, em si, a Emoção. É algo completamente novo.

O próprio termo "MENTE" não se ajusta mais a este novo veículo, que substituirá os antigos corpos astral e emocional.

A mente G.N.A. tem como energia dominante a Estabilidade Criativa.

A actual mente humana terrestre é um campo de experiências para o Espírito, que resulta do trabalho exacto, absolutamente rigoroso e de imensa amplitude de Grandes Energias Cósmicas.

Foi construída pelos Senhores da Mente, em resposta ao Arquétipo para o Mental Humano. Este Arquétipo é, como foi dito, um tipo primordial, uma ideia-origem, um ponto de focagem e de polarização fornecido pelo Plano Cósmico Arquétipo dos Construtores da Mente e funciona como Diapasão, a partir do qual estes Construtores puderam, ao longo do trabalho sagrado de Construção, definir, afinar, vivificar, implantar e, finalmente, levar à manifestação o plano mental humano, que tendo cumprido certos ciclos, agora se transmuta rumo ao seu Arquétipo.

Estes Construtores, Entidades de Origem Solar, são Seres que, em função da escala cósmica para a evolução Humana, podem ser considerados perfeitos, pois não mais se encontram no estádio Humano. É por se encontrarem acima do estádio Humano que podem trabalhar a substância mental terrestre, moldando-a segundo os Arquétipos de veículo.
      
Mentores Siderais detêm o Arquétipo Síntese Humano, passando-o aos Construtores, que respondem em diferentes categorias, dependendo do aspecto que lhes esteja destinado estimular, construir ou acompanhar.

Sabe-se que as chamadas Hierarquias Lunares se ocuparam, durante longos ciclos, do desenvolvimento do veículo emocional humano, tomando como Matriz o Arquétipo Emocional Humano.

Estes Construtores são co-criadores do homem tridimensional, em harmonia com as Mónadas, seguindo o Plano Divino para o homem, escrito no Arquétipo Síntese Humano.

São Seres que habitam as plataformas cósmicas da impessoalidade total, servindo como instrumentos límpidos e rigorosos do Logos Solar.

A Consciência dos Seres que lidam com o desenvolvimento humano, estimulando novas características nos veículos, situa-se a nível de Estrela, facto que, sendo conhecido, desde sempre, em vários ambientes, foi reconfirmado, de forma actual, por certos Vectores de Comunicação, em 1989.

Uma atitude silenciosa perante esta afirmação, tendo por base o limitado alcance da consciência externa comum, partindo depois para as implicações da Realidade Consciência-Estrela, dar-nos-á uma primeira aproximação às escalas a que nos referimos.

Sem a noção das escalas, nada deve ser iniciado na Vida Espiritual. Só um correcto sentido das proporções e dos diferentes graus-luz poderá colocar o indivíduo dentro da vibração áurea do Sagrado, conduzindo-o  para uma Silenciosa Viagem pelos Mundos Estelares, planos em que miríades de Consciências  "habitam"  Mega-Consciências.

A  Lei que une toos os seres no Universo é a Lei do Amor.

Esta Lei sustenta e alimenta todo o Universo, em todos os planos.

Os Senhores da Mente manifestam essa Lei, numa intensidade e pureza que o reino  humano da superfície terrestre não pode ainda compreender.

A Unidade Essencial a tudo o que é vivo, ou seja, a Realização de que há só Uma Vida está na base desta Lei. A Vida Una não pode ser retida, por muito tempo, na fase ilusória em que consciências externas se sentem separadas por veículos externos.

Sendo Una e Única, a Vida reconhece-se  a Si mesma e partilha-se a Si própria, sempre que os diversos seres entram em contacto interno, uns com os outros. Esta COMUNHÃO, da Unidade na multiplicidade, é um dos aspectos do Amor cósmico.

A vida Una, pelo seu trabalho contínuo sobre a matéria e sobre as Consciências, levar-nos-á, impreterivelmente, à Glória do Único, estado que é já Real, para cada um, em seu nível Monádico.

Na super-consciência de uma Hierarquia Solar, devido à Ígnea Presença no Centro da Hierarquia, Combustão que, continuamente,  emite a Chama da Síntese, poesia e matemática são a mesma coisa, cor e som estão unidos num único elemento ígneo e dinâmico, total disciplina e total liberdade estão sintetizados na vivência do Uno, bem e mal foram transmutados em Serviço.

Um dos resultados da Síntese poderosa manifestada por essas Hierarquias é uma capacidade de contacto e comunhão com a Esfera do Amor Cósmico, um plano vibratório de altíssima frequência, uma União que transcende todos os nossos conceitos e toda a nossa experiência, pois permite a captação do Verbo, a participação da Consciência na Vida-Divina (não-vibração), de forma directa, através da pura contemplação/fusão e não através dum reflexo mental ou indução intuitiva.

Esse nível de União está além da capacidade dos veículos humanos. Contudo, a Voz que soa em nós, é um reflexo dessa Energia Pura e representa o nosso canal de acesso a essa Esfera, levando-nos a realizar o Amor Cósmico, à nossa escala, na frequência mais alta possível.

Assim, sendo a mente, como todos os nossos veículos, um produto do trabalho dessas Energias, ela é, realmente, uma dádiva do Amor Cósmico.

Se não podemos contactar e sentir, de forma directa, o Amor Cósmico, podemos, indirectamente, receber o Seu reflexo, também através da compreensão da Dádiva, que é termos veículos como o mental à nossa disposição.

No seu nível Arquétipo, a mente é um instrumento de alta precisão: permite uma planificação fecunda da vida externa, permite uma compreensão intelectual das Leis Espirituais, tem em si as qualidades de discernimento racional, da classificação, da anáLYSe e do rigor.

Por outro lado, quando estimulada de forma complementar à anáLYSe, a mente pode ser criativa, artística, revelar humor, ver ângulos desconhecidos e belos em todas as situações.

Contudo, a mente humana, no seu nível Arquétipo, não foi criada para reger o ser, não foi criada para funcionar isolada. Ela deve ser dirigida pelo nível que lhe é,  imediatamente, superior - a Intuição.

A mente corresponde a uma fase na evolução do homem em que é necessário que o consciente assimile, controle e aplique as potencialidades da substância mental humana. Completado este Ciclo o Consciente tenderá a dirigir-se para o próximo plano de identificação, atraído pela Visão Superior da Mónada.

A mente purificada (sobre a qual foi exercida uma selecção qualitativa das influências do meio) é um instrumento de elevação da Consciência. Pela Razão e pela Lógica, o indivíduo pode ver além das bruscas variações emocionais  e instintivas.

Correctamente utilizada e desenvolvida a mente torna-se submissa à Vontade do Ser Interno e, tal como o súbdito reconhece o Rei, também as correntes mentais autónomas de um Peregrino, que conheceu o processo de ascese, se atenuam quando, no seu Centro, soa a VOZ do Ser Total.

Esta correcta utilização implica, como condição básica, a noção de que a mente é um degrau, uma fase do processo, um meio e não um objectivo.

Para aspectos periféricos da evolução, que compreendem, normalmente, a tomada de consciência de que a identificação com objectos físicos, emocionais e mentais não é o verdadeiro desígnio do ser humano, a mente é um degrau decisivo. Contudo, quando a VOZ INTERNA se faz ouvir, somos chamados ao essencial. Esse chamamento significa que certas sínteses já foram realizadas nos níveis profundos e que chegou a altura de iniciar um ciclo que nos aproximará do nosso Núcleo Cósmico de Comando e Realização.

Sem o período de evolução, através do plano mental humano, o Consciente não poderia aproximar-se do ponto no qual  "o mundo se esgota", ponto a partir do qual o indivíduo se abre para a Realidade Divina, sua Essência.

Em certos indivíduos, no momento em que este chamado soa com clareza, a mente pode passar de factor de evolução a obstáculo. Como todos experimentamos, mesmo que de uma forma equilibrada e harmonizada, a mente é, essencialmente, oscilação, alternância e movimento. É um campo vibratório limitado, pois, as suas partículas constituintes pertencem a um grau de frequência  (velocidade e tipo de oscilação), que não permite as conexões Superiores.

Actualmente, essa limitação natural do material mental conta com a agravante do actual veículo mental humano da superfície terrestre estar, completamente, arredado do Eixo, que o colocaria em Sintonia com o seu próprio Arquétipo.

Uma mente não afinada tende a distorcer a Realidade, pois só conhece pálidos reflexos dela. Perdida, tenderá a tecer infindáveis deambulações conceptuais, que fazem parte da sua natureza lúdica.

É também por conter a característica hipnótica de um movimento pendular (alternância) que a mente consegue manter-se, após o Chamado Interno, como dominador do Consciente externo.

Mas, se podemos comparar a mente a um pêndulo, com os seus movimentos alternados, devemos considerar que o pêndulo tem um ponto fixo, axial, sem movimento, no qual está suspenso.

Este ponto de eterno repouso, acima da anáLYSe e da necessidade expositiva, é o Mental Superior.

No plano mental superior as partículas mentais estão sob uma influência potente da Intuição.

Essa influência diminui a oscilação das partículas mentais, permitindo que os mais elevados padrões subtis sejam absorvidos pelas partículas mentais.

O plano mental superior é o plano a partir do qual, em aquietamento, se plasmam no cérebro físico e no consciente externo as induções dos Centros Internos, das Naves ou do nosso Ser Interno.

O Silêncio, como Ordem, Amor e Rigor, aperfeiçoa as vibrações das partículas do mental superior humano, elevando-as ao Altar da Intuição.

Na verdade, a Energia que permeia o nosso nível intuitivo é como um Altar, para as partículas mentais, iniciando-as num Campo de Vida, no qual serão, posteriormente, SUBLIMADAS.

As partículas mentais aspiram a isso.

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As Hierarquias Criadoras observam, velam pelo nosso caminho.

Por haverem vivido com êxito a experiência do labirinto mental,  é-lhes dado, não só conduzir-nos a essa experiência, mas também, como Mestres de Sabedoria, acompanhar-nos ao longo da travessia, guiando-nos no desenvolvimento interno que essa experiência deve produzir.

Muitos seres humanos da superfície da Terra terminaram já a longa travessia da mente, encontrando-se prontos para uma nova experiência.

No momento em que nos é apresentada, inteiramente, a porta de Saída do labirinto mental - que se apresenta como Silêncio Criativo - há, contudo, algumas pessoas que, por haverem desenvolvido uma relação de dependência excessiva, para com os processos mentais, sentem dificuldade em se desapegarem dos edifícios ideológicos e intelectuais, com os quais tendem a confundir a Realidade.

Vivendo na linguagem e nos conceitos perderam o canal de contacto com o Centro do seu Ser.

Quando o indivíduo decide libertar-se dos seus antigos conceitos e vivências pode emergir uma reacção brusca do veículo mental, denunciando até que ponto os apegos mentais são efectivos. Também por isso as Câmaras de Harmonização actuam nas mentes dos autoconvocados, devolvendo-lhes a plasticidade e a maleabilidade originais.

Não se atravessa o véu, que antecede o Sagrado quando carregamos doses maciças de conceitos.

Estes conceitos podem até existir, sendo válidos nas categorias que lhes correspondem, mas de nada servem no interior do Templo.

Entramos despidos e em silêncio, transportados pela chama de Fé e Amor que nos Impulsiona desde a Eternidade.

A entrada em sintonia com a Mónada implica a coragem de um Regresso, a nós mesmos, numa ordem e intensidade que desconhecemos e que desarmará todas as nossas defesas interpretativas.

A partir do Plano Intuitivo terminam os reflexos do Real.

Nesse nível somos contactados pela nossa mais profunda Identidade, vemos aí o nosso verdadeiro Desígnio.

A partir daí terminam as focagens distorcidas da Verdade, terminam as opiniões pessoais, a especulação e a busca, dando lugar à União no Altar do Templo.

O plano intuitivo é como um planalto de Paz Dinâmica, uma zona pura que, por natureza, não pode ser contaminada. Nesse "planalto" os conceitos são transmutados pela Energia Superior, libertando a Energia que aprisionam, sendo as suas formas ultrapassadas e esquecidas. As ideias são percebidas como rudes "objectos mentais", dando lugar a cristais significantes, muito fluidos que, de forma ígnea, se agregam e dissolvem no Mental Superior, libertando no ser novas vibrações, vibrações que contêm uma frequência mais alta que a de um conceito.

Durante estes momentos, a paisagem onde o ser se move  (o seu meio), passa do nível externo de percepção para o nível interno. Tudo à nossa volta passa a fazer parte do nosso Campo de Identidade, despertando o Consciente para o Espírito oculto em todas as formas.

Montanhas, vales, colinas, cidades, pessoas não mais existem como realidades externas mas adquirem uma nova qualidade, a de existirem e acontecerem  "dentro"  do Espírito que somos.

Esta inclusividade que tudo abrange é uma forma de Amor, O ser transforma-se, nesses momentos, numa Missa de Redenção de Substância, pois está processando o ambiente através do seu estado de elevação interior.

A extrema delicadeza dos nossos veículos, a beleza e o cuidado com que foram criados, a subtileza das suas nuances, a forma como se adaptam, quando já transmutados e correctamente utilizados, a influência Monádica, a grande amplitude de experiências que permitem revela um Amor Infinito, depositado na sua criação.

Reconhecer o Amor com que estes veículos foram criados é um passo para um correcto relacionamento com eles, dando lugar à Gratidão e ao respeito por tão sublimes mecanismos.

Não devemos confundir a natureza essencial desses veículos, que é de origem cósmica arquetípica, com o actual estado em que eles se encontram, fruto do mau uso do livre-arbítrio.

No estado de AVATAR o ser tem os seus veículos - os Monádicos principalmente - totalmente transparentes à indução Divina.

A distorção produzida pelos veículos foi reduzida a zero. O Arquétipo Síntese, detido pelo REGENTE, foi realizado. Não existe partícula material, emocional, mental, causal ou Núcleo Monádico que não tenha passado pela transmutação em Energia de Síntese, que é dirigida a partir do Centro do AVATAR.

Na condição de AVATAR, os veículos, eventualmente, cristalizados para um trabalho são um sistema de sucessivos Templos em Templos, saturados de energia Divina, permitindo a emissão dessa Energia a imensas distâncias e entre várias dimensões.

A Energia de um AVATAR actua em diferentes esteiras de espaço-tempo simultaneamente, a Sua Supra-Consciência, plenamente manifesta em todos os níveis até ao Mental Cósmico, está em fusão com o Eixo Crístico  Universal, a sua acção é transdimensional.

Quando nos é apontada, como atitude mental actual, a sintonia permanente com o ponto fixo do "pêndulo" mental actual, isso significa uma abertura incondicional ao desconhecido luminoso, uma total confiança nos níveis internos, independentemente das condições externas.

Tal como o olho humano, que não muda de cor, apesar dos caleidoscópios de cor que investem sobre ele, também o ser em evolução assumida mantém a Consciência focalizada no ponto mais elevado que realizou em si mesmo, independentemente das variações do meio.

Este estado resulta de uma Síntese Interna e não de alguma espécie de esforço ou de paixão espiritual a que o indivíduo se entregue. A Síntese que conduz ao estado de contínua ABERTURA emerge naturalmente, quando o ser aplica aquilo que sabe, seguindo as Leis Superiores.

Uma correcta selecção sobre os estímulos do meio produz a limpidez nos canais internos que é necessária para que o contacto com o plano dos Arquétipos, contacto que é do âmbito Monádico, se possa reflectir nas nossas mentes.

Na mente de um Adepto, que existe no caso deste se encontrar encarnado em veículos humanos, não existem, exactamente, pensamentos. O Adepto processa Energia, ele não pensa.

Se eventualmente esse processamento se aproxima do nível mental, então as partículas mentais são submetidas ao mesmo regime energético dos níveis superiores, nos quais o Adepto tem a consciência polarizada.

Tudo o que não serve à consecução do Plano é anulado.

Pensar é uma forma lenta de processamento energético. No pensamento o material processado é de baixa-frequência  ( partículas do plano mental ), os métodos de processamento são muito densos, lentos. A razão é muito lenta, a anáLYSe é muito lenta, a lógica mental é muito redutora.

Além disso, no fim dum ciclo mental, como é o estado de muitos seres humanos hoje é o próprio material processado que - por habituação a sistemas de pensamento -  dita as operações e as direcções do processo mental.

Assim, no pensamento dito moderno, o material mental humano tende a dirigir os objectivos da mente e as categorias do processamento. É um materiaLYSmo.

Um Adepto, estado no qual ingressaremos em ciclos futuros, é o condutor do seu veículo mental, utilizando-o no grau e na medida das  solicitações dos Núcleos de Processamento mais rápidos. Núcleos Espirituais, como a Mónada no Plano Mental Cósmico.

Quando o nosso domínio sobre o veículo mental é de tipo posse tendemos a esgrimir os pensamentos e a utilizá-los sem critério espiritual, o que implica que o verdadeiro dominado somos nós e não o veículo.

Por outro lado,  o Peregrino que conduz o pensamento com doçura e graciosidade, mantém a frequência mental dentro das balizas que percebe serem úteis para o seu processo evolutivo.

A passagem do estado de posse ao estado de condutor é gradual, não constituindo motivo de esforço, mas de inflexível ASPIRAÇÃO.

De facto o acto de condutor não é exercido por nós, no plano terrestre, mas pelo nosso Real Núcleo de Comando, no Plano Cósmico.

O Ser Interno, a partir de certo momento, toma posse do veículo mental, alinhando-o com o seu respectivo Arquétipo, pilotando-o sempre que necessário.

Daí advém uma grande PAZ.

A persistência em Servir fortalece a acção do Eu interno sobre a mente e clarifica, no consciente, a noção que temos do nosso papel no mundo tridimensional.

Nada nos pertence e ao Todo pertencemos.

A  atitude correcta que nos tem sido comunicada está em abrir a consciência ao trabalho purificador da Mónada, confirmando tudo o que surge nesse sentido

Nós somos nós, enquanto indivíduos separados que, a partir de um certo ponto, controlamos o processo evolutivo, é a própria Essência Universal que se manifesta, segundo os seus desígnios e segundo o Seu Plano, onde o terreno está limpo.

Para ser absorvida no Núcleo Profundo ao qual pertence, a personalidade deverá reencontrar a sua Transparência Original, estado arquétipo dos veículos tridimensionais humanos.

A partir dessa fronteira, o Ser Interno pode fluir para o exterior, brilhando nas "trevas exteriores". Neste estado não há opacidade nem obstrução da parte dos veículos.

Também não há super-interpretação dos fluxos energéticos, nem tempo para a auto-contemplação. Quando essa ABERTURA acontece o Amor Superior manifesta-se porque É, porque sempre foi e porque sempre será, no interior do Ser.

Estando o canal desobstruído, as qualidades espirituais da Mónada deixam de estar suspensas para o mundo externo. Este estado não se constrói, não se ergue, não se obtém como se fosse um acrescento ao indivíduo.

Pelo contrário, é o resultado automático da Renúncia, quando renunciamos a confirmar o que não somos.

Se a Vida Una nos chama a Casa, ela sabe o que isso implica da parte da personalidade e, como Inteligência Infinita, prova a activação dos mecanismos internos, que auxiliam essa entrega.

Tudo o que o ser tem a fazer é detectar as transformações que, progressivamente, se produzem no seu interior que, sendo profundas, não dependem da sua pequena vontade pessoal de ser dócil às direcções internamente apontadas.

Quando através de uma progressiva purificação, o indivíduo abandona a expectativa em relação aos frutos dos seus actos/opções, surge a presença do Ser Interno, como Luz-Piloto.

A Alegria da Canalização impessoal das Energias Superiores é leve, perene, curadora e expansiva.

Quando o verdadeiro Amor se manifesta através de um ser humano, essa Energia é emitida em esfera, de forma a unir tudo o que se encontre separado e, como disse S. Paulo, fá-lo sem alarde.

Nesse estado o ser externo não está em esforço, nem procura atingir nada. Ele abriu-se à Fonte e a Fonte, segundo o seu Plano, utiliza-o para matar a sede do mundo.

A Sintonia Exacta entre criatura e Criador - a que alguns chamam de plenitude - instala-se e o brilho da substância resgatada é irreprimível.

Os resultados desta sintonia, em que a Mónada pode canalizar a Sua Luz para os níveis externos, são Eternos e imprevisíveis.

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O nosso contacto com as Hierarquias começa na Mónada.

O estado mental que recebemos hoje do Cosmos é de estabilidade, oscilação mínima e profunda concentração na Vida Interior: Uma focagem de alta-estabilidade, nos nossos Rítmos Superiores.

Este é o novo padrão vibratório mental, emitido para as nossas mentes a partir do Arquétipo para o Mental Humano.

O "HEXÁGONO", como forma projectada, ligada a MIRNA JAD, contém a Irradiação de ESTABILIDADE, que será o novo estado do Mental Humano, após a implantação do novo bioma humano.

Tanto no Universo, enquanto Microcosmos, como no Macrocosmos, tudo se alimenta de Consciência, tudo reflete Consciência, tudo se sustém pela Consciência, tudo se renova pela Consciência.

Esta acção tem graus e intensidades diferentes. Desde a energia vivificante, curadora e libertadora que um ser humano, em sintonia com o seu Núcleo Cósmico de Comando pode emitir para os seus semelhantes até à mutação do estado vibratório global de um planeta ( ou conjunto de planetas) produzida por Grandes Entidades

Tudo é transferência de Energia e Consciência.

Desde a Super-Consciência Cósmica até à palpitação da Vida Divina no núcleo dos átomos, a Consciência circula no Universo, unindo entre si todos os seus planos e todas as suas dimensões.

Esta circulação é a Vida Interna do Universo

A passagem da consciência entre um nível e outro pode dar-se, a princípio, por reflexo, depois, por participação.

Por reflexo, o veículo de um plano ( a mente humana, por exemplo)  começa a reflectir, por ressonância, a princípio de forma incipiente, depois de forma definida, características do plano que lhe está imediatamente acima.

Na fase seguinte, na qual a Energia de Síntese, está já a conduzir o processo, o veículo transmuta a sua substância em outra superior e, assim, PARTICIPA das características do plano que lhe é superior e, no qual, será posteriormente sintetizado. O termo SUBLIMAÇÃO tem sido utilizado para apontar este processo, de Síntese final de um veículo, naquele que lhe é superior.

Na nova estrutura energética humana, o veículo físico estará mais harmonizado com o veículo etérico. O veículo emocional será fundido no veículo mental, transformando completamente as relações de energias no interior dos seres humanos.

Quando nos é apontada a estabilidade criativa como Meta mental, isso pode querer dizer que as Hierarquias, em interacção com as Mónadas de cada ser humano, se preparam para fazer descer, ao nosso consciente, novas Energias.

A mente sublimada pode Ter a função de objectivar para o exterior aquilo que, da Vida Interna, pode ser traduzido por palavras ou pensamentos, o que, como sabemos, é bem pouco.

Essa tradução é uma focagem, uma aproximação imprecisa. Todo o material processado mentalmente - mesmo com a Nova Mente - acerca das leis da vida ou das experiências de Integração e de Evolução do Ser não é mais que a ínfima ponta de um imenso iceberg de Realização Interna.

É aí que intervém o bálsamo do Silêncio.

Quanto mais a mente humana se deixar trabalhar pelo Silêncio Cósmico mais se aproximará do Arquétipo para o Mental humano. A mente que, até certo grau, se entregou ao seu Arquétipo está preparada para ser Sublimada no plano que lhe é superior.

Quando todas as partículas de oscilação meramente mental são submetidas ao Eixo Silencioso  (o que acontece no caso de um Adepto), a informação, processada a partir daí, consiste numa simples justaposição da vibração de um conteúdo à Matriz intuitiva produzida pela Realização Interna.

Só se não houver desfasagem é que o conteúdo será retido e retransmitido.

Não é um processo mental, é uma aquilatação energética pura e simples.

Por isso se diz que um Adepto não pensa, mas processa Energia

Este estado de utilização do veículo mental é próprio dos Mundos Intraterrenos e dos Irmãos Extraterrestres que nos visitam.

As suas palavras não comunicam só ideias, mas, sobretudo, Energia.

No futuro, além das classificações conhecidas de  FORMA e CONTEÙDO, as palavras expressarão dois outros níveis:  SOM e IRRADIAÇÃO ESPIRITUAL. Além disso, a nova linguagem oral será completada por uma crescente telepatia.

Estas transformações estão já em curso, dispensando muitos seres de elaborar um exagerado roteiro oral de seus pensamentos.

As curas pelas quais passam muitos dos resgatáveis, em Câmaras de Harmonização, vêm, como meta no plano mental, aproximar-nos da nova Vida Mental, que responde de uma forma exacta ao seu Arquétipo respectivo.

Como se sabe, a correcta utilização das palavras pode gerar campos energéticos que favorecem a comunicação entre os seres. A forma como Jesus falava era algo muito potente. A partir das suas palavras, em complemento às Ondas de Amor e Sabedoria  que emanavam da sua presença, realizavam-se curas, produziam-se alterações químicas no metaboLYSmo cerebral, a memória Cósmica da audiência era vivificada  e, em certos casos, a vibração das suas palavras influía na vida secreta das glândulas dos ouvintes.

Ele, praticamente, não utilizava adjectivos, pois estava consciente do quão inexactos e inseguros são na reprodução de Leis Internas. As suas palavras mais profundas são lapidares sintéticas. Sabe-se que este Instrutor tinha a capacidade inata de elevar a vibração das mentes dos seus ouvintes, A Sua oralidade era, simultaneamente Exacta e Poética, Técnica e Amorosa, Iniciática e Evidente, Cósmica e Doméstica.

A utilização da mente, neste caso, era puro processamento de Energia, dirigido por um poderoso Núcleo de Amor-Sabedoria.

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Hoje, o homem não-desperto vive, sobretudo na mente e, em função das ilusões e das meias verdades que esta, contaminada como está, lhe propõe que o indivíduo faz as suas opções e determina os seus objectivos.

Este homem comum é pois, um filho da mente. O seu comportamento resulta da submissão da Vontade ao conjunto de conceitos e de ideologias que alberga em si e à constelação de hábitos psicológicos que enformam a sua vida mental.

Nestes casos, a mente, longe de servir de suporte para a elevação da Consciência, é como uma fortaleza, opaca ao Espírito, na qual o indivíduo se imobiliza.

É através dos conceitos e dos valores relativos que mantemos activos na nossa mente, que nos ligamos à civilização em que estamos inseridos. Estes são ao laços; laços que, em muitos casos, são já nós. São também estes laços que necessitamos de afrouxar, de distender e, nalguns casos, de desatar completamente.

Por isso necessitamos da Luz Superior da nossa Verdadeira Morada.

É um trabalho de desintoxicação mental, no qual tentamos discernir o válido do obsoleto, colocando a nossa vida psicológica sob a Luz do Ser interno.

Um jejum de Mass Média pode ser, em alguns casos, aconselhado.

Entregando também este nosso nível ao Pai, o Ser Interno encarregar-se-á de processar uma correcta "ecologia" da mente.

Só assim o indivíduo recupererá a sua leveza primordial, a memória do Eterno e o seu brilho Original, libertando-se também do edifício civilizacional obsoleto a que o prendem esses laços mentais.

É certo que a cura do veículo mental humano, hoje, só se processará por IMERSÃO dos átomos constituintes desse veículo no Campo Vibratório do Arquétipo para o Mental Humano, Campo trazido até ao homem terrestre pelo Espelho de MIZ TLI TLAN.

As antigas escolas de cura mental já cumpriram o seu papel, papel que hoje nada mais pode fazer pois o estado de contaminação do mental colectivo humano transcende a potência de cura de qualquer escola de cura tridimensional.

A cura cósmica, mental ou dimensional, processa-se hoje pelo contacto com as Câmaras de Harmonização, em viagem subtil aos Centros Internos, com a consequente afinação dos veículos com os padrões emitidos pelos Arquétipos e com a introdução do novo bioma humano que retirará as hereditariedades psicológica e emocional, libertando assim os futuros veículos para uma mais pura sintonia com as suas Metas.

"O ouvido do Puro não se afasta do Som das Estrelas
Os Olhos do nobre não perdem de vista a Estrela  da Manhã.
O seu coração sabe abrir-se ao Grande Mestre, mesmo quando Este chega sob a forma de Silêncio"

A Nova Mente, fruto da acção do novo Bioma, unida ao mundo interno dos Peregrinos, jamais ficará cega, jamais perderá o contacto com o Arquétipo para o Mental Humano.

Conhecendo a PAZ cumprirá o Desígnio para o qual foi criada.

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ADQUIRIR CÓPIA IMPRESSA

INTRODUÇÃO

PRIMEIROS VISLUMBRES
PRIMEIRA COMUNICAÇÃO

LYS  LOCALIZAÇÃO E SUBORDINAÇÃO
LYS  CIVILIZAÇÃO INTRATERRENA

CAMPO INTERDIMENSIONAL
LYS  ESSÊNCIA  PROGRAMA
CONEXÃO INTERPLANETÁRIA

RUMO AO ARQUÉTIPO SÍNTESE HUMANO PASSOS PARA A HARMONIA MENTAL

PARTE  TRÊS - MENSAGENS

LYS - ACÇÃO PRESENTE

ESTRUTURA INTERNA
O IMPULSO THAYKHUMA
AURIAHNE

O PROGRAMA FÁTIMA
UM IRMÃO DE LYS
ZONA - PORTAL

GRUPOS HERMÉTICOS
LYS E A ACÇÃO DE CURA
ESTAÇÕES INTERMÉDIAS

SILÊNCIO: ENTRADA PARA VIDA SUPERIOR

CORREDORES VERTICAIS DE EVACUAÇÃO
LYS:  MONTE BRANCO e o GRANDE NORTE
LYS:  ACÇÃO FUTURA

EPÍLOGO